MANIFESTO DA EDUCAÇÃO:


Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão. Paulo Freire
Mostrando postagens com marcador Resultado de Assembléias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resultado de Assembléias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de junho de 2010

BOLETIM INFORMATIVO - DIA 17/06/2010. - SERVIDOR É OBRIGADO A MANTER A GREVE


Governo nada propõe SERVIDOR é obrigado a manter a greve.

O servidor público foi obrigado a fazer GREVE e mais de 90 % dos serviços de saúde e da educação não funcionaram, causando prejuízo a população e mesmo assim o Governo não sinalizou com nenhuma nova proposta, até parece que o Governo não se incomoda se o povo é atendido em suas necessidades básicas.

O governo pela manhã deu uma entrevista coletiva, não para informar com quato atenderá aos trabalhadores, mas sim para dizer que não medirá esforço para acabar com o movimento, isto não é novidade, pois é isso que tem feito o tempo todo, embora achemos que o mais fácil seria DIALOGAR com a razão de mais de 3500 servidores em luta, fora os que estão torcendo. As inverdades e contas erradas do Prefeito não enganará a população nem intimidará os servidores.

Realizamos nossa assembléia no Club Petropolitano, com galeria lotada, os servidores avaliaram o movimento e por não sido apresentada nenhuma proposta pelo governo, decidiram manter a GREVE até o atendimento das justas reivindicações dos trabalhadores públicos.

Os servidores mostraram criatividade e aprovaram inúmeras atividades sempre com a perspectiva de manter a mobilização, o povo na rua, avançar na organização e boca no trombone numa tarefa constante de esclarecer de quem é a culpa pela crise que se instalou.

- Reforçar as equipes de esclarecimento (saúde e educação) e convencimento para os servidores que trabalharam nesta quinta .
- Retorno da banca de esclarecimento do Movimento na Praça Dom Pedro (procurar o comando para fazer escala de plantão). Inclusive com o varal de contra-cheque. E novo abaixo assinado.
- Fazer corpo a corpo - Conversar com pais, alunos, usuários do serviço de saúde informar a verdade e pedir o apoio.
- Informar ao desembargador o que está acontecendo e esclarecendo a tática do Governo que levou os servidores a ter que retomar a greve.

Então companheiros muitas tarefas, todos devem participar e convidar outros colegas a fazê-lo.

CALENDÁRIO: TODOS PRESENTES.
Sexta dia 18 de junho de 2010
às 10 h – Reunião de Representantes de Escolas no Sindicato
trabalhadores em saúde – Edifício Vitrini sala 210
às 10 h – Reunião com Representantes de Unidades de Saúde no Colégio
Santa Catarina
às 14 h p/ TODOS - Concentração na Praça da Inconfidência, faremos uma
passeata e depois um ato em frente ao Obelisco. TODOS de PRETO
às 18 h Pedro do Rio – servidores que residem em Pedro do Rio devem
pegar faixa no SEPE e  comparecer na festa de Aniversário do Centro
Cultural Celina de Oliveira Barbosa.

Sábado dia 19 de junho de 2010
Às 10 h Concentração na Praça Paulo Carneiro depois iremos fazer uma
passeata pela Rua Teresa.

Domingo dia 20 de junho de 2010
Pela manhã ir nas Igrejas e pedir aos pastores, padres, representantes
da igreja para informar o que está acontecendo em Petrópolis,
esclarecer a luta dos servidores e a postura do Governo além de deixar
claro de quem é a responsabilidade da falta de serviço público – é do
PREFEITO.

SEGUNDA dia 21 de junho de 2010
ASSEMBLEIA UNIFICADA às 14 h na Praça em frente a Câmara de Vereadores.

TERÇA dia 22  de junho de 2010
Reunião às 18 h do COMANDO do MUSP  com Diretores de Escolas  e
Chefias de Unidades da Saúde.

Foram sugeridas as seguintes propostas que estarão sendo organizadas e encaminhadas enquanto aguardamos proposta decente do governo.
- Passeata em frente a Casa do Prefeito ( com faixas e cartazes).
- Vigília em frente a casa do prefeito
- Envio de um ônibus à Brasília para informar crise de Petrópolis.
- Acampar em frente a Prefeitura / Câmara de vereadores / Secretaria
- Caravanas para Itaipava, Pedro do Rio, Secretário, Posse para divulgar a luta nestes locais
- Agendar reuniões com a população por bairros
- e os pais de escolas querem marcar uma passeata de pais e alunos de apoio aos servidores.
- manifestação silenciosa ( só com distribuição de cartas)
- participar de todos os eventos da Cidade Bauerfest, Festival de Inverno, com equipe de esclarecimento
- Mobilizar servidores de outras secretaria
- passar um abaixo assinado entre os funcionários da CONDEP
- convocação de toda a imprensa para uma coletiva em local fechado para a fala oficial do movimento
- Reunião com Associação de Moradores
- Nova audiência pública na Câmara de vereadores
- Exigir que a prefeitura divulgue com transparência as verbas públicas
- Exigir dos vereadores fiscalização de verbas públicas, inclusive chamar a responsabilidade de auditoria para limpar a história das dívidas públicas.
- investigar destino de verbas transferidas para empresas de ônibus,
- exigir retratação do prefeito com os servidores e que ele fale a verdade para a cidade
- fazer vigílias em pontos turísticos esclarecendo a real crise de Petrópolis
- pedir que os aliados políticos do prefeito se pronunciem
- fazer uma campanha nacional com parlamentares e chefes de governo para que intercedam junto ao prefeito para que normalize os serviços de Petrópolis atendendo aos servidores. E muitas outras propostas que enumeraremos posteriormente.

Reafirmamos que a comunidade pode ajudar:
 - Enviando e-mail ao prefeito E-mail: gap@petropolis.rj.gov.br
- telefonando para prefeito tel. 2246-9320
Pedindo que negocie: no mínimo o mínimo  + incorporação de abono + 15%
+ PCCS discutido pelo e com o servidor.

- que os  pais apresentem queixa ao Ministério Público, Conselho tutelar contra a prefeitura pela falta de serviço de saúde e educação.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Boletim Movimento Unificado dos Servidores Municipais – dia 16 de junho de 2010



SERVIDOR é obrigado a declarar GREVE

Será que este governo está cego, surdo e ainda acha que servidor é palhaço ? E que pode tratar a população com mentira e descaso ? Que pode privar a cidade e seus cidadãos de direitos básicos como saúde e educação ? Que pode governar com intransigência, sem diálogo, sem  compromisso, sem palavra, sem honra, sem presença, sem olhar nos olhos,

Chegamos ao limite. Semana passada os secretários de governo, (segundo eles representando o prefeito –aliás que pessoalmente pouca presença teve nesse mais de mês de luta), pediram uma contra proposta, e nós oferecemos uma contra proposta: a conversa começa com ninguém com menos que o mínimo, partimos de R$ 510, a partir daí inclui-se os abonos e depois se aplica o índice de 15 % + um PCCS discutido pelo e
com o servidor e lógico as condições de trabalho.

Demonstrando disposição de dar resolutividade, os servidores mais uma vez abriram mão de parte de reposição de perda. Então novamente mobilizamos, o servidor querendo resolver, se fez presente, numa
grande assembléia, debaixo de muita chuva, nas votações não se levantava a mão, mas sim o guarda-chuva - hilário, mas uma linda foto no jornal. Foi uma assembléia muito difícil, um número considerável de servidores
pediam a imediata retomada da greve até atendimento das reivindicações .  O comando encaminhou mais uma vez pela ponderação, mais um crédito, já o “ milésimo “ afinal desde maio tentasse resposta – estamos em 16 de junho de 2010, tempo mais que suficiente. E foi aprovado que aguardaríamos em estado de greve a proposta do dia 16, mas avisando que faríamos – PARALISAÇÃO de ADVERTÊNCIA neste dia 16 para que pudéssemos todos receber juntos a proposta da prefeitura.

Qual não foi nossa surpresa quando soubemos que na reunião marcada pelo governo dia 16 para nos responder na verdade não teve nada a falar. Ou seja, nos fez de bobo, pois nada apresentou e ainda alegou
depois de 2 horas de “ negociação “ sem uma proposta sequer, que estava interrompendo a “ negociação” por que milhares de servidores ocuparam a Koeller, tocaram o hino nacional, cantaram o hino de Petrópolis e falaram: - Governo qual é a sua resposta ? E sabe qual foi a resposta ? – Nenhuma. E ainda queria que o comando impedisse que os servidores estivessem na rua da prefeitura, que isso ? temos direito de ir e vir e o dever de acompanhar de perto os assuntos que a nós diz respeito. O governo do PT reclamou do povo na
rua. É brincadeira.

Ahhhh a atitude do governo foi a gota d`água.
Quis usar a veia das conquistas que é a mobilização, como justificativa para a incapacidade deste governo de resolver conflito, de cumprir acordos, de respeitar os que fazem a prefeitura funcionar. E obrigou ao movimento a mudar sua forma de LUTA e optar pela instalação da GREVE a partir desta quinta dia 17 de junho de 2010. Que coisa feia para quem tem a responsabilidade de hoje o Governar, de fazer os serviços serem executados. Isso não é atitude de um governante.

Então por DECISÃO da ASSEMBLÉIA o COMANDO encaminha:
- GREVE da SAÚDE e EDUCAÇÂO a partir de 17 de junho de 2010.
Tarefas:
- Esclarecer a população sobre o motivo da necessidade de retomar a greve e com eles observar que a responsabilidade do não funcionamento do serviço é do Prefeito e seu governo, que os servidores esperam
desde o início de maio uma proposta deste governo, coisa que ele poderia ter resolvido, tudo que pedimos é viável , basta querer.
-Manter o abaixo assinado da população.
- Que iríamos ampliar a discussão de adesão a outros setores ao movimento.
- Que iríamos intensificar os contatos com TODOS os parlamentares e poderes deste Brasil, em especial os do PTs seus aliados e seus candidatos, informando nossa luta, a postura do governo local do PT e pedindo que interceda para uma negociação a contento.
- Que iremos avançar na organização. Colocar cartaz de greve nos locais de trabalho, avisar aos colegas, eleger representante de unidade para quem não o fez, ampliara filiação ao SEPE e SINDSPREV, pensar propostas para assembléia.
- Começar a pensar na formação de fundo de greve.
- Divulgar para todo o Brasil nossa luta.
- Se fazer presente na festa do colono em Petrópolis, esclarecendo nossa luta.
- Que faríamos mobilizações diárias.

- ASSEMBLÉIA CONJUNTA dia 17 de junho de 2010 – às 18 h no Clube Petropolitano.
Pauta – Analisar resposta do governo se houver e decidir desdobramento da luta.

Reafirmamos que a comunidade pode ajudar:
- Enviando e-mail ao prefeito E-mail: gap@petropolis.rj.gov.br
- telefonando para prefeito tel. 2246-9320 = Pedindo que negocie: no mínimo o mínimo + incorporação de abono + 15%
+ PCCS discutido pelo e com o servidor.
- apresentando queixa ao Ministério Público, conselho tutelar contra a prefeitura pela falta de serviço de saúde e educação.

MOBILIZAR LUTAR MOBILIZAR LUTAR MOBILIZAR LUTAR - VENCER
COMANDO do MOVIMENTO UNIFICADO dos SERVIDORES MUNICIPAIS

Blog:www.movimentounificadodosservidores.blogspot.com
http://www.facebook.com/pages/MOVIMENTO-DOS-SERVIDORES-DE-PETROPOLIS/119624011410967

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Boletim Movimento Unificado dos Servidores Municipais – dia 11 de junho de 2010

A luta continua firme, os servidores estão dispostos, e mesmo debaixo de chuva tivemos uma assembléia lotada nesta sexta-feira dia 11/6 em frente à Câmara Municipal.

Nesta Assembléia foi passado o informe do encontro da comissão de negociação dos servidores com Governo ocorrido hoje pela manhã, nossos representantes entregaram ao Governo nossa contra proposta que é: ninguém com salário abaixo do mínimo, a partir daí 15% de reajuste para todos, incorporação de dois abonos e calendário para implantação do Plano de Cargos e Salários com participação dos servidores.

O Governo disse que a princípio não poderia atender, mas que iria fazer uma contraproposta em nova reunião dia 16 de junho às 16 h na Prefeitura.

Na ASSEMBLÈIA de hoje (debaixo de uma chuva torrencial e com muita gente da saúde, da educação e de outros setores) ficou decidido que nos manteremos na LUTA com o seguinte calendário:

- Dia 12 de junho de 2010 sábado – A saúde realizará a campanha de vacinação, mas estará esclarecendo a população que a prefeitura ainda não atendeu as justas reivindicações dos servidores públicos, todos deverão ir VESTIDOS de PRETO em SINAL de LUTO e protesto ao descaso que tem tratado os que cuidam das políticas públicas de Petrópolis, aproveitar e convidar para.

- DIA 14 de junho SEGUNDA RX da SAÚDEdas 15 h às 18 h LOCAL: na Praça Dom Pedro. A idéia é que os moradores de Petrópolis em Praça Pública falem, opinem, contem como é o seu atendimento e de sua família na saúde, relatem as dificuldades, apresentem sugestões.... Queremos que a sociedade discuta a política pública para a Saúde, as suas verbas e contratos. Deste Ato sairá um relatório e cada depoimento, cada situação levantada será levada a SECRETÁRIA de SAÚDE e ao Prefeito. 

- DIA 16 de junho QUARTA “PARALISAÇÂO de ADVERTÊNCIA de TODOS os SERVIDORES“ com concentração às 15 h na Praça da INCONFIDÊNCIA com passeata.

Aguardaremos com muita disposição e mobilização a contra proposta do Governo e decidir se aceitamos ou se ampliaremos ainda mais o movimento com as formas de luta possível que o trabalhador tem para suas conquistas.

Aproveitamos para informar que Ester Mendonça continua firme na luta, não tem estado nas manifestações por restrição médica, pneumonia.

Cabe esclarecer que apenas os e-mails coletivosindical@gmail.com e o sepepetropolis@gmail.com estão autorizados a falar em nome do comando de greve.

MOBILIZAR LUTAR MOBILIZAR LUTAR MOBILIZAR LUTAR - VENCER
COMANDO do MOVIMENTO UNIFICADO dos SERVIDORES MUNICIPAIS


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Educação municipal de Petrópolis suspende greve e aguarda audiência com prefeito

INFORMATIVOS
Data: 02/06/2010


Os profissionais de educação da rede municipal de Petrópolis decidiram essa tarde, em assembleia realizada no Clube Petropolitano, suspender a greve da categoria, iniciada no dia 13 de maio. A categoria decidiu suspender a greve e aguardar o resultado da audiência com o prefeito Paulo Mustrangi, que será realizada na quarta-feira, dia 9, às 13h, na prefeitura. Essa audiência foi ordenada pela Justiça, já que o prefeito Mustrangi, até agora, vinha se recusando a negociar. Também no dia 9, a categoria realizará uma assembleia na Câmara de Vereadores, às 18h, para discutir o resultado das negociações.

Cabe agora ao prefeito abrir negociações com os servidores municipais, o que ele vem recusando desde o início do movimento. As reivindicações dos profissionais das escolas municipais de Petropolis são as seguintes: implementação imediata de um plano de carreira unificado (englobando professores e funcionários); reajuste de 20% para recomposição das perdas salariais dos últimos anos; incorporação dos abonos; e redução da jornada de trabalho dos funcionários administrativos de 40 horas para 30 horas.

Justiça do Trabalho ordena que prefeito negocie:

Em audiência realizada ontem, terça-feira, dia 1º, o desembargador Luiz Felipe Haddad do Tribunal de Justiça do Rio reconheceu a legitimidade do Sepe para realizar negociações com a prefeitura e concedeu um prazo de 20 dias, a partir de ontem, dia 7, para que a categoria, a prefeitura e o Sindicato dos Servidores Públicos (Sisep) possam discutir a pauta de reivindicações dos professores e funcionários das escolas.

O desembargador recusou as alegações dos representantes da prefeitura e do Sisep de que o Sepe não teria legitimidade para representar os educadores municipais de Petrópolis. Segundo Luiz Felipe Haddad, o histórico de 30 anos de lutas do sindicato é uma prova inconteste desta representatividade do Sepe.

sábado, 29 de maio de 2010

Boletim Movimento Unificado dos servidores Municipais - dia 28 de maio de 2010

O dia não foi fácil, mas um dia de: indignação, compromisso, gratidão, e muitas vitórias

INDIGNAÇÂO

- frente a intransigência do Sr Prefeito em não negociar com o movimento.

- da omissão dos apoiadores do governo, frente ao caos instalado na Cidade em cobrar uma solução que está na mão de Mustrangi.

- de ver que o prefeito sabendo que tem uma comissão de negociação, democraticamente indicada numa ampla assembléia pública com mais de 3 mil servidores onde se constituiu o Movimento Unificados dos Servidores Públicos e a ele foi entregue a defesa dos interesses dos servidores públicos, em não dialogar

- de ouvir denúncias de mentiras, manobras e repressão por parte do governo na tentativa de tentar calar a voz de cada servidor público desta cidade,

- da insistente posição do governo de não querer dialogar com os servidores e ainda querer numa coletiva de imprensa apresentar uma proposta que não apresentou ao movimento mas enviou diretamente a Câmara de vereadores uma minuta de acordo que porpõe.

- a equiparação do salário mínimo a quem ganha abaixo do mínimo no município, (reconheceu que muitos servidores ganham abaixo do salário mínimo como sempre denunciamos)

- de oferecer 3 % de reajuste para quem ganha acima do mínimo

- de abonar as faltas dos dias de greve

- de fazer PCCS para quanto ??? mas fala que vai discutir com a categoria (como ? se não dialoga ?)

- nada para incorporação de abono

- nada para melhoria das condições de trabalho


COMPROMISSO:

- do compromisso do Presidente da Câmara (através de seu assessor) em encaminhar no poder legislativo o que for do interesse dos servidores. Assim os servidores esperam o mesmo compromisso de TODOS os vereadores – representante do povo no poder legislativo

- dos servidores da educação e da saúde em permanecer firma na luta até a vitória


GRATIDÂO:

– ao enorme apoio da população, milhares de pessoas foram para as janelas e sacadas e aplaudiam ou flamejavam panos vermelhas e brancas. Aplausos constantes, a Cidade parou e cantou o hino nacional. Foi um momento cívico.

- a postura da polícia militar que em seu trabalho garantiu a manifestação livre dos trabalhadores públicos deste município, que com sua fala fez constar a verdade sobre o caso da difamante mentira do governo em dizer que a secretária ficou em cárcere privado pelo movimento. Ela não saiu porque não teve a coragem de olhar nos olhos dos trabalhadores da educação que lá esperavam dela, uma atitude de governante, de responsável por um setor fundamental de formação humana que é a educação

- ao ouvir publicamente de um pai a informação de que irá prestar denúncia ao ministério público contra a Prefeitura por não estar cumprindo o Estatuto da Criança e Adolescente que garante o acesso a Saúde e Educação. O mesmo declarou que o responsável pelos servidores estarem em greve é o Governo Municipal que não reconhece a justeza das reivindicações dos servidores públicos e consequentemente não faz uma proposta digna.

- aos servidores que com disposição e resistência estão construindo uma grande lição, o povo na rua tem sua força, exerce sua cidadania, constrói sua identidade e garante vitórias.


O movimento hoje teve um DIA de VITÓRIA mais servidores aderiram a greve, as equipes de trabalho para manutenção da grve foram ampliadas, passeata foi mega, bonita, cívica, esclarecedora, falou por si só, apesar de não ter tido a coragem de dialogar com o Movimento o governo começa a ceder (mas ainda não fez o esforço necessário), recebemos inúmeras expressões de apoio e folhas de abaixo assinado da população, ampliou o apoio da Cidade , avançamos na organização para manutenção do movimento, e para os enfrentamentos que estamos sendo obrigados a fazer. Denunciamos para toda a Cidade que não aceitaremos retaliações e perseguições a NENHUM servidor público que teve que ir a luta por seus direitos, falamos com todas as linhas que estamos de olho nos vereadores e nos seus compromissos, foi um grande dia.

Parabéns a todos !!! E a luta continua e a certeza de que a mobilização, povo na rua é o caminho.


Organização para semana que vem :


SÁBADO e DOMINGO:

Cada servidor público deve esclarecer a população em suas Igrejas, Clubes, com os vizinhos, na rua onde mora a luta, falar das reivindicações contar as histórias para essa negociação e pedir o apoio com envio de e-mail, telefonemas para prefeito, e participação nas passeatas.


Obs: Assembléia da GUARDA MUNICIPAL está por ser marcada, onde decidirão sobre sua adesão a GREVE.

Obs: Os servidores da CONDEP continuam manifestando apoio ao movimento, mas necessitam se fortalecer porque as ameaças tem sido intensas, mas se for necessário com certeza virão.


SEGUNDA:

- pela manhã continua o trabalho de convencimento nas escolas e serviços de saúde com os servidores que ainda não se conscientizaram da importância de sua decisão para tornar o movimento cada vez mais forte.

- 10 h Reunião do COMANDÃO da SAÚDE para melhor estruturação das equipes e organização das reuniões setoriais para discutir condições de trabalho, pautas específicas. No sindicato da saúde Edíficio Vitrine sala 210

- 15 h Assembléia da Saúde na Praça da Inconfidência

- 15 h Reunião do Conselho de Representantes da educação


TERÇA

- pela manhã continua o trabalho de convencimento nas escolas e serviços de saúde com os servidores que ainda não se conscientizaram da importância de sua decisão para tornar o movimento cada vez mais forte.

- 10 h saída de uma enorme caravana para irmos ao Rio - Audiência de conciliação


QUARTA

- Assembléia da Educação no Club Mont Líbano

- Assembléia da Saúde em local a ser definido


Reafirmamos que a comunidade pode ajudar:

- Assinando o abaixo-assinado que está disponível na praça D. Pedro- Centro e nos Bairros c/ A.M.

- Enviando E-mail ao prefeito E-mail: gap@petropolis.rj.gov.br

secretaria E-mail: ssa@petropolis.rj.gov.br e telefonando para prefeito tel 2246-9320 pedindo negocie e apresente propostas concretas para os servidores municipais em luta.


MOVIMENTO UNIFICADO dos SERVIDORES PÚBLICOS

Blog: www.movimentounificadodosservidores.blogspot.com colocaremos boletins diários

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Boletim Movimento Unificado dos servidores Municipais

Petrópolis em LUTA - 26 de maio de 2010 – quarta-feira

Mais um dia de ÁRDUA LUTA dos servidores públicos em defesa de direitos mínimos de qualquer trabalhador como reajuste salarial , condições de trabalho e qualidade dos serviços prestados.
Nunca imaginamos que num Governo do Partido dos Trabalhadores tivéssemos que lutar tanto para conseguir dialogar e garantir direitos.

A Educação ás 10h dá início sua assembléia que após ampla discussão decidiu pela continuidade da greve por considerar que o Governo não quis dialogar, em seguida fizeram um enorme passeata pela Avenida, esclarecendo a população os motivos da luta e chamando o Governo a sua responsabilidade, Na passeata flores foram distribuído à população em agradecimento ao apoio que cresce a cada dia , apesar de ser  a maior prejudicada .
O grupo permaneceu em vigília (até ás 20 h) em frente a Secretaria de Educação na tentativa de dialogar com a secretaria, que não os recebeu. São 13 dias de greve, são 13 sem aula, sem merenda, ... e os poucos fura greve perguntamos como fica a qualidade do ensino neste processo , ou a única preocupação é com estatística ?
 Reafirmamos que o único responsável é o Prefeito que tem o poder de dar fim a este impasse, no entanto preferiu recorrer a justiça para “negociar” apenas com o SISEP, sindicato cartorial que existe para se beneficiar do imposto sindical, não para defender os trabalhadores que representa. ( a última vitória do SISEP foi de reajuste 0 % ).
O governo desconsidera a representatividade que milhares de servidores públicos  todos os dias colocando a cara na rua, apesar das ameaças , da opressão e do descaso.

Hoje o movimento teve um reforço importante  recebeu a adesão dos profissionais da SAÚDE que após esperar em vão resposta do Governo as sua justas reivindicações foram obrigados também entrar em greve, lamentando usar seu último recurso – GREVE -  por entender que o único prejudicado com o fechamento dos serviços é a população, mas que esclarece que o Governo não deixou outra alternativa.
Às 14 horas começou a concentração em frente a Secretaria de Saúde ( Rua Piabanha)  profissionais da saúde ( enfermeiros,  sanitaristas, motoristas, pessoal de manutenção, médicos, assistentes sociais, dentistas, pessoal de copa, limpeza, administração, psicólogos .... – TODOS essenciais para o funcionamento do serviço) trabalhadores que cuidam da saúde deste povo apesar das péssimas condições de trabalho.
A primeira providência do comando do Movimento foi tentar um diálogo com a Secretária, que encontrava-se na casa, mas que infelizmente não se dispôs a conversar.
Então ali mesmo na rua iniciamos um ato, e para a abertura os profissionais cantaram o Hino Nacional, pois entendemos que lutar por dignidade é um ato cidadão e cívico.
Em seguida mais de 600 profissionais da Saúde votaram por unanimidade pela continuidade da greve.
E debaixo de uma chuva torrencial realizamos uma passeata (foi incrível a demonstração de disposição da SAÚDE), esclarecendo a população os motivos da luta e reafirmando que o único responsável pela falta de serviço de saúde é do prefeito que insiste em não abrir diálogo e negociação.
Foi emocionante, apesar de ser o maior prejudicado, as manifestações de apoio da população.
Na frente do Palácio Koeler, a passeata parou e clamou ao “ prefeito da saúde” que resolvesse o impasse. Mais uma vez não respondeu.
A luta vai continuar e nesta quinta feira às 10 horas na Praça da Inconfidência os trabalhadores da saúde irão realizar uma nova assembléia, onde irá avaliar a luta, votar as diretrizes e se organizar para ampliação da luta.
Mantemos firme a esperança de não precisarmos ficar mais dias em greve  dependemos apenas de proposta e negociação do Prefeito com a comissão representante do movimento escolhida em assembléia para negociação.

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos entrou com um pedido no Ministério público do Trabalho de ilegitimidade do SISEP em representá-lo devido a omissão deste sindicato em defesa dos servidores públicos, e solicitando que seja reconhecido O MUSP ( Movimento Unificado dos Servidores Públicos ) o represente .
Esperamos que a justiça diga ao Prefeito o que sua cegueira não quer enxergar - que o que representa o trabalhadores é o grito de centenas e milhares de servidores que diariamente vem a rua.
A luta continua outros setores apontam sua entrada no movimento, estão se organizando para se necessário fazermos uma GREVE GERAL dos servidores.
Enquanto isso reforçamos que será o povo na rua que demonstrará a esse governo como deve governar e  a que interesse deve defender
Por respeito aos servidores públicos, por atendimento as sua reivindicações, por condições de trabalho, por serviços públicos de qualidade, por transparência nas verbas e políticas públicas.

Reafirmamos que a comunidade pode ajudar:
-  Assinando o abaixo-assinado que está disponível na praça D. Pedro- Centro e nos Bairros c/ A.M.
 - Enviando E-mail ao prefeito E-mail: gap@petropolis.rj.gov.br 
secretaria E-mail: ssa@petropolis.rj.gov.br  e telefonando para prefeito tel 2246-9320 pedindo negocie e apresente propostas concretas para os servidores municipais em luta.

MOVIMENTO UNIFICADO dos SERVIDORES PÚBLICOS

sábado, 22 de maio de 2010

Agora, o caldo vai entornar de vez...

Servidores da saúde em greve a partir de quarta




MARIANNY MESQUITA
Redação Tribuna


Cerca de 400 servidores da Secretaria Municipal de Saúde, ainda em estado de greve, votaram em assembleia pela paralisação da categoria a partir da próxima quarta-feira. A decisão foi tomada durante reunião no Sindicato dos Metalúrgicos, ontem. Cerca de 1,2 mil funcionários vão interromper as atividades. Trabalhadores do Serviço Social Autônomo do Hospital Alcides Carneiro (Sehac) anunciaram que não vão aderir ao movimento.
Os profissionais da Educação também aprovaram ontem, em ato na Praça da Inconfidência, a permanência da paralisação por tempo indeterminado. Os funcionários das secretarias de Obras, Trabalho, Assistência Social e Cidadania, Habitação, da Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis e da Guarda Municipal continuam em estado de greve, o que significa que todos mantêm as atividades normalmente, mas podem decidir entrar em greve a partir da próxima reunião. Na segunda-feira, os servidores da Comdep realizam assembleia às 17h, na Praça da Inconfidência, e depois saem em passeata pelo Centro Histórico, independente do resultado da votação.
Segundo a Constituição Federal, para que a greve dos funcionários da saúde seja considerada legítima judicialmente é preciso cumprir determinações legais. São elas: aprovar em assembleia a greve, avisar o patrão (neste caso a Prefeitura) com 72 horas de antecedência da paralisação e, como a saúde é um serviço essencial para a população, manter o setor de urgência e emergência com pelo menos 30% dos empregados trabalhando. Por isso, só haverá greve a partir de quarta-feira, após a decisão da maioria dos servidores ser comunicada oficialmente na Prefeitura. “A primeira coisa que os servidores precisavam era eleger um representante, neste caso o comando unificado. Agora tudo será protocolado para agirmos dentro da lei. Apesar de sermos de uma instituição que defende o direito dos funcionários privados da saúde, apoiamos a causa dos servidores públicos e colocamos à sua disposição nosso departamento jurídico”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Serviços de Saúde, Osmar Ferreira.
Para o servidor Walter, que trabalha há 13 anos na Secretaria de Saúde, a decisão pela greve era necessária para mostrar a seriedade do movimento. “O prefeito não quer discutir as nossas reivindicações. As nossas condições de trabalho e salário são vergonhosos, por isso temos quer votar pela greve”, falou.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Assembléia geral dos educadores municipais de Petrópolis acaba de votar pela continuidade da greve




Os profissionais das escolas municipais de Petrópolis acabam de realizar uma assembléia geral na tarde desta sexta-feira (dia 21/5) e decidiram continuar em greve por tempo indeterminado até que o prefeito Paulo Mustrangi (PT) apresente uma contraproposta para as reivindicações da categoria.
Na próxima segunda-feira (dia 24/5), a categoria fará uma nova assembléia geral para avaliar os rumos da greve, iniciada no último dia 13 de maio. A assembléia será realizada na Praça da Câmara de Vereadores, a partir das 15h. Logo após o encontro, os profissionais de educação sairão em passeata pelas ruas do centro do município.
O prefeito Paulo  Mustrangi não apresentou, até o presente momento, qualquer proposta concreta para as reivindicações dos professores e funcionários, a não ser a de condicionar a abertura das negociações ao fim da greve na Educação.
As reivindicações dos profissionais das escolas municipais de Petrópolis são as seguintes: implementação imediata de um plano de carreira unificado (englobando professores e funcionários); reajuste de 20% para recomposição das perdas salariais dos últimos anos; incorporação dos abonos; e redução da jornada de trabalho dos funcionários administrativos de 40 horas para 30 horas.


http://www.seperj.org.br/site/informativos/index.php?id=1297

quinta-feira, 20 de maio de 2010

GREVE da EDUCAÇÂO – ESTADO de GREVE dos demais SERVIDORES do MUNICÍPIO

A LUTA CONTINUA – ATÉ a VITÓRIA

Na Assembléia realizada em 18 de maio de 2010 em frente a Câmara Municipal  os  mais de 3500  servidores municipais, puxados pela greve da educação tomaram uma decisão inédita:  construíram o MOVIMENTO UNIFICADO dos SERVIDORES MUNICIPAIS e delegaram a este movimento a representação para negociar as pertinentes e prementes reivindicações dos Servidores Públicos Municipais.
O servidor não agüenta mais, não consegue com seu salário manter sua família, sobrevivência ou dignidade. O achatamento salarial é assustador, em especial num governo que disse que veio para governar para os trabalhadores. O último “ganho” (segundo o jornal do SISEP) da categoria foi de 0% conseguido pelo SISEP. Na assembléia do dia 19 foi aprovada uma moção de repúdio a esse sindicato, e o Movimento Unificado dos Servidores do Município foi referendado como o representante da nossa categoria.
Decidimos, desde a assembléia do dia 18, a necessidade de unificação da luta. Portanto, A EDUCAÇÃO MANTÉM A GREVE com apoio de TODOS, e os servidores da SAÚDE, SETRAC, GUARDA MUNICIPAL, CONDEP entrarão em ESTADO de GREVE. Enfim, todos os setores começam a se organizar. Nossa pauta unificada é:
-  Reajuste de 20 %
- Plano de cargos e Salário
- Incorporação do abono
- melhoria das condições de trabalho
O que significa estar em estado de greve ? Significa que estaremos nos organizando para, se for necessário, entrarmos em greve. É um tempo em que estaremos conversando sobre o que é uma greve, falar e enumerar as necessidades que temos para ter condições de trabalho, é o tempo que estaremos esclarecendo e informando aos usuários dos serviços que prestamos quais são nossas condições de trabalho e nosso salário, é o tempo para discutirmos verbas públicas e seus destinos, é o tempo que estaremos organizando para as mobilizações.
Em estado de greve o serviço não para, só usaremos um tempo de nossa carga horária para nos reunirmos (no local de trabalho), e um tempo para estarmos nas inúmeras atividades de mobilização coletivas de rua, atividades públicas.
É importante informar que estamos prontos para negociar, assim que o governo decidir nos receber, mas que manteremos a mobilização e organização até a conquista de nossas reivindicações.
Estado de Greve: é um momento de preparação para uma possível greve. Então, vamos às tarefas:
TAREFA DOS SERVIDORES EM ESTADO DE GREVE
1.       Reunião Diárias por local de trabalho
2.     Discutir e enumerar as reivindicações específicas de cada setor
3.     Discutir as condições de trabalho
4.     No caso específico da saúde planejar o que deve ou não funcionar em situação de greve ( definir o que é essencial )
5.     Esclarecer a população usuária os motivos do movimento – quais sejam arrocho salarial, anos sem nenhum reajuste e pelo menos 2 sem reposição, falta de condições de trabalho, afirmando que a culpa será do prefeito se tivermos que parar os serviços.
6.     Entrar em contato com outros servidores para aderirem ao movimento e entrarem em estado de greve
7.     Lembrar aos poucos servidores da educação que ainda não aderiram que a greve foi reconhecida como legal pela justiça, justa por inúmeras entidades da sociedade ( que já se pronunciaram) e com certeza vitoriosa pela enorme mobilização que está sendo feita.
8.     Pedir que usuários e a população em geral do município se pronunciem através de um abaixo assinado onde reconhecem nosso justo direito, apóiam o movimento e exigem que o prefeito negocie o que é justo para os servidores.
9.      Comparecer em massa às manifestações coletivas
10.  Fazer Assembléias setoriais para aprovar pauta específica e decidir o melhor momento para decretar a greve.
11.   ASSEMBLÉIAS MARCADAS:
- SETRAC: nesta quinta às 12:30 h
- SAÚDE: dia 21 de maio, sexta feira, às 19 h, a princípio no Sindicato dos Metalúrgicos na Rua Floriano Peixoto (pouco depois da Praça da Inconfidência)
12- Comparecer em massa às ASSEMBLEIAS UNIFICADAS
13 –MOBILIZAR LUTAR MOBILIZAR LUTAR MOBILIZAR LUTAR - VENCER
 
COMANDO do MOVIMENTO UNIFICADO dos SERVIDORES MUNICIPAIS
SEPE : (24) 2231-4575   - Rua do Imperador 866

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O MOVIMENTO AGORA É UNIFICADO!!!

Informativo do Sepe aos profissionais de educação de Petrópolis                                   19/05/2010

             A greve na educação ganhou hoje um apoio de peso! Hoje, dia 18 de maio de 2010, cerca de 4.000 servidores da rede pública realizaram uma assembleia unificada em frente à Câmara dos Vereadores. Nessa assembleia foram aprovadas as seguintes propostas:
                        Movimento unificado dos servidores públicos da rede municipal
                        Continuidade da greve da educação
                        Estado de greve para os demais setores do serviço público
                        Comando de greve unificado
 A luta levantada pelos profissionais de educação mostrou para os outros servidores que só a organização e luta dos trabalhadores pode garantir seus direitos. Agora é fundamental que continuemos a avançar na greve. Hoje cresceu o número de escolas paradas, e vamos crescer mais ainda. Converse com os pais, com a comunidade. Envie emails para os seus contatos. Converse com o seu colega que ainda tem dúvidas sobre o direito dos que estão em estágio probatório em fazer greve. Tire dúvidas, convença. Nosso objetivo é atingir 100% de adesão à greve.
Os outros setores entraram em estado de greve. Isso significa que agora faremos movimentos unificados, maiores e mais fortes. O prefeito não terá para onde correr: vai ter que negociar!
Temos recebido inúmeras declarações de apoio. Desde os pais, que, mesmo tendo sua rotina prejudicada entendem e apóiam nossa luta, até os sindicatos da nossa cidade, que tem manifestado apoio político e material. Exemplos disso são o Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Gráficos, Sindicato dos Têxteis e o Sindicato dos Metalúrgos.
Calendário de luta:
            - Ás seis e meia da manhã: vamos às escolas conversar com pais de alunos, comunidades e com os colegas que ainda estão entrando.
- A partir das dez, a barraca do Sepe estará na praça Dom Pedro.
- Às 14 horas faremos um grande ato. Concentração na praça Dom Pedro e passeata pela cidade em direção à prefeitura.
Continuamos esperando do prefeito um chamado para sentar e negociar.

A GREVE CONTINUA, PREFEITO A CULPA É SUA!


Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro – Núcleo Petrópolis
Rua do Imperador, 866 – sala 202 – Centro – Petrópolis – RJ – CEP 25620-003
Telefone: (24) 2231-4575  – e-mail: sepepetropolis@gmail.com

terça-feira, 18 de maio de 2010

Professores anunciam que vão manter a greve

Mais de mil pessoas acompanharam a assembleia ontem à tarde e decidiram pela manutenção da greve, apesar das ameaças do prefeito de corte do ponto. / ROQUE NAVARRO




Mais de mil pessoas acompanharam a assembleia ontem à tarde e decidiram pela manutenção da greve, apesar das ameaças do prefeito de corte do ponto. / ROQUE NAVARRO


MARIANNY MESQUITA
Redação Tribuna

Os professores decidiram manter a greve iniciada na última quinta-feira, até que o prefeito Paulo Mustrangi negocie com a categoria, apesar da recomendação do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ) pelo término da paralisação dos servidores municipais da Educação. Cerca de mil pessoas acompanharam a assembleia realizada às 14h de ontem, na Praça da Inconfidência, onde foi mantida a decisão pelo voto da maioria, que, inflamada, terminou o ato com passeata pela Rua do Imperador até a Câmara Municipal. No fim da tarde, o movimento conseguiu mais uma vitória: a juíza da 4ª Vara Cível, Christianne Maria Ferrari Diniz, indeferiu do município para que a greve fosse declarada ilegal.
A primeira a discursar durante a assembleia de ontem, a coordenadora do Sepe Petrópolis, Patrícia Mafra, sugeriu o fim da paralisação até a próxima segunda-feira, dia 24. “Já conseguimos nestes dias de greve um momento histórico do trabalhador da cidade, que não quer mais se submeter às vontades do prefeito. A manifestação foi vitoriosa e já ganhou apoio dos servidores de outras áreas que estão na mesma posição que nós, mas vou fazer uma defesa bastante difícil, que é pelo fim da greve, já que o único argumento do governo é que não negocia com grevistas. Vamos voltar às salas de aula para conscientizar os alunos do que estamos fazendo e dar um ultimato para que o prefeito apresente proposta até o dia 24, se não voltaremos à greve”, discursou a coordenadora do Sepe Petrópolis.
Apesar da manifestação de apoio ao Sepe por um grupo pequeno de professoras, a maioria dos grevistas não concordou com a medida apresentada pela entidade. Com o informativo das promessas de campanha do atual prefeito, que destacava entre outras coisas a discussão do Plano de Cargos e Salários do Magistério, a professora Beatriz Ramos foi uma das defensoras da greve. “Para se eleger, o Mustrangi usou as nossas dificuldades como meta de campanha. Não houve diálogo. Nenhuma greve acaba sem acordo”, afirmou a professora.
De acordo com alguns professores, há receio que o movimento perca força por conta de ameaças de descontar os dias sem trabalhar, feitas pela Secretaria de Educação. “Foi enviado um e-mail aos diretores das escolas, pela secretária de Educação, Sandra La Cava, com orientação para que relatórios com os nomes e números de matrícula de quem esteve presente ou faltou. Estamos sofrendo represália, por isso, a partir de amanhã, serão feitos piquetes na porta dos colégios para orientar profissionais, pais e alunos sobre a legalidade da greve”, falou a diretora de uma escola municipal no Centro, que preferiu não se identificar.
A Secretária de Educação anunciou que lamenta a greve da categoria, posto que a Prefeitura desde o último dia 13 de maio se colocou à disposição para negociação e o diálogo com a comissão dos integrantes da educação, tendo sugerido, inclusive, mais duas reuniões com a categoria (dias 17 e 20 de maio) para discussão conjunta da pauta de reivindicações, desde que a paralisação fosse interrompida.
Apesar da condição imposta pelo governo de negociar apenas após o fim da greve, mais servidores de outras áreas, com destaque para os profissionais da Saúde, juntaram-se à causa. Hoje, será feita uma assembleia geral, em frente à Câmara Municipal, às 18h, a qual estão sendo chamados servidores de todos os setores, com objetivo de unificar todos os segmentos do funcionalismo.


Esta é, na íntegra, a decisão da juíza Christiane Ferrari:
“Após o indeferimento da antecipação pretendida, renovou o ípio de Petrópolis pleito, ainda sob o argumento dos graves prejuízos à população, notadamente à de menor renda, carecedora da escola até mesmo para a alimentação de suas crianças. Aduziu haver manifestação pela manutenção da greve, fechadas cerca de 80% das escolas, percentual que, com a continuidade do movimento, pode chegar a 100%, trazendo caos ao serviço de educação. Os fatos noticiados, todavia, não são suficientes a qualquer modificação do entendimento já manifestado. Renove-se a afirmação de que o exercício do direito de greve é assegurado constitucionalmente, e a limitação pretendida importa, em última análise, em sua negativa, o que não se afigura admissível na vigência de um Estado Democrático de Direito. Mantém-se, pois, a decisão”.


Sepe promove ato para explicar as razões para a paralisação geral

Durante a manhã de ontem, foi feita uma aula pública de cidadania na Praça dos Expedicionários, no Centro. O Sepe esclareceu dúvidas sobre o envio dos documentos à Secretaria de Educação e ao prefeito expondo as exigências da categoria e informando da assembleia do último dia 13. “Este ato teve o objetivo de explicar para os servidores e população por que estamos tomando estas medidas. O prefeito tem nos acusado de não saber das nossas reivindicações, para desmobilizar o movimento. Queremos esclarecer que isto é mentira, é um argumento frágil para confundir e amedrontar”, contou a coordenadora do Sepe Petrópolis, Patrícia Mafra.
Com medo de ter as horas descontadas, alguns funcionários já voltaram às atividades. “Não podemos enfraquecer o movimento e sim unir forças. É doído estar em greve, porque comprova o quanto somos desrespeitados profissionais, mas, se o patrão não atende as nossas necessidades, é o único jeito. Como a situação da educação é semelhante à de todo o funcionalismo municipal, pretendemos nos unir para fortalecer a causa e, se for preciso, a Saúde também entrará em greve”, disse a agente de Saúde Ester Mendonça

http://www.e-tribuna.com.br/ 18/05/2010

sábado, 15 de maio de 2010

A greve continua!

Os profissionais de educação das escolas municipais de Petrópolis acabam de decidir manter a greve por tempo indeterminado, em assembléia que acabou de ser realizada na porta da prefeitura. Como o governo municipal não apresentou uma proposta para as reivindicações da categoria e condicionou o início de negociações com o fim imediato da paralisação, os profissionais votaram a continuidade da greve por tempo indeterminado.

Na próxima segunda (dia 17 de maio), o Sepe Petrópolis promoverá uma aula pública para a população, na Praça Dom Pedro, no centro do município. Na aula, os profissionais vão apresentar para os alunos e para o restante da população os motivos do movimento grevista. Às 14h, será realizada uma assembléia geral, no Sindicato dos Metalúrgicos (Rua Floriano Peixoto s/nº). Neste encontro, a categoria decidirá os próximos passos do movimento da paralisação, iniciada ontem (dia 13 de maio) e que está paralisando mais de 80% das escolas municipais de Petrópolis.

Os profissionais de educação do município de Petrópolis tem as seguinte reivindicações: implementação imediata de um plano de carreira unificado (englobando professores e funcionários); reajuste de 20% para recomposição das perdas salariais dos últimos anos; incorporação dos abonos; e redução da jornada de trabalho dos funcionários administrativos de 40 horas para 30 horas.

A rede municipal de Petrópolis é integrada por 182 escolas e 32 Centros de Educação Infantil. O Sepe Petrópolis avalia que 90% das unidades escolares estão paralisadas. Durante as manifestações de ontem (dia 13/5), quando a prefeitura chegou a ser invadida, mais de dois mil profissionais e representantes das comunidades escolares participaram dos protestos e de uma passeata pelas ruas do centro do município.

http://www.seperj.org.br/site/informativos/index.php?id=1277

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Escolas municipais de Petrópolis entraram em greve por tempo indeterminado (13/05)

Assembléia com mais de 2 mil profissionais que trabalham nas 182 unidades municipais realizada no início da tarde desta quinta-feira (dia 13 de maio) decidiu entrar em greve por tempo indeterminado por reajuste salarial. O Sepe Petrópolis convoca toda a categoria para acompanhar as negociações nesta sexta e participarem da assembléia que decidirá os rumos da nossa mobilização.

Os profissionais de educação das escolas municipais de Petrópolis entraram em greve por tempo indeterminado a partir de hoje (dia 13 de maio). A decisão foi tomada numa assembléia realizada na porta da prefeitura, no início da tarde de hoje, depois de um ato de protesto da categoria, que chegou a ocupar o prédio da administração municipal. Durante a ocupação, uma comissão de profissionais foi recebida pelo chefe de gabinete do prefeito Paulo Mustrangi (PT), Carlos Avenca, que recebeu das mãos dos professores e funcionários uma pauta com as seguintes reivindicações: implementação imediata de um plano de carreira unificado (englobando professores e funcionários); reajuste de 20% para recomposição das perdas salariais dos útlimos anos; incorporação dos abonos; e redução da jornada de trabalho dos funcionários administrativos de 40 horas para 30 horas.

Nesta sexta-feira (dia 14 de maio), os profissionais serão recebidos em audiência pelo prefeito Paulo Mustrangi, a partir das 14h. Durante o encontro na prefeitura, a categoria realizará uma vigília e, após a reunião, será realizada nova assembléia geral para avaliar os resultados da audiência. Nesta assembléia, os profissionais de educação irão decidir se a greve irá continuar ou não.

A rede municipal de Petrópolis é integrada por 182 escolas e 32 Centros de Educação Infantil. O Sepe Petrópolis avalia que o movimento reivindicatório esteja alcançando 90% das unidades escolares. Durante as manifestações de hoje, mais de dois mil profissionais participaram dos protestos na prefeitura e de uma passeata pelas ruas do centro do município. O Sepe Petrópolis convoca toda a categoria para acompanhar as negociações nesta sexta e participarem da assembléia que decidirá os rumos da nossa mobilização.

http://sepe4.blogspot.com/